EM QUE AS PESSOAS MAIS QUEIMAM SEU DINHEIRO.

O caminho para a independência financeira você provavelmente já conhece: gastar menos do que ganha, poupar uma parte do salário todo mês, investir as sobras numa aplicação financeira adequada ao seu perfil.
Mas, se na teoria parece fácil ter uma vida financeira equilibrada, na prática é muito mais fácil queimar dinheiro, e rapidamente.
Você verá que pode estar fazendo escolhas erradas em vários momentos da sua vida, muitas vezes sem nem se dar conta.

  1. Passear pelo Shopping
    Um simples passeio pelo Shopping Center pode resultar em gastos adicionais. Além das despesas necessárias e previstas, como estacionamento e refeição, por exemplo, é grande a chance de o consumidor sair de lá com uma compra que não estava nos planos. “Segundo especialistas, quando estamos no shopping, somos bombardeados por ações de compras o tempo todo, por isso ficamos tentados a gastar nosso dinheiro. O ideal é evitar passeios inúteis nesses lugares”.
  2. Comprar título de capitalização
    O produto é unanimidade, entre os especialistas em finanças pessoais, quando se fala em uso indevido do dinheiro. “Segundo especialistas, os bancos vendem os títulos de capitalização como um dos melhores investimentos, porque é corrigido pela TR. Mas no momento em que a economia do País se encontra a TR nem cobre a inflação”. Sem contar que a possibilidade de ser contemplado por sorteio é mínima.
  3. Usar o limite do cheque especial
    O limite do cheque especial é usado por muita gente como se o dinheiro lhe pertencesse. O problema é que os juros cobrados no especial são muito altos.
    Em caso de necessidade, é melhor pegar um empréstimo consignado, porque pelo menos os juros serão mais baixos.
  4. Não pagar a fatura do cartão de crédito integralmente
    Os cartões de crédito estão entre os maiores motivos do endividamento. Não é por menos. Quem não paga a fatura integral do cartão se vê numa bola de neve da qual é muito difícil sair. Os juros médios no cartão de crédito passam de 450% ao ano, essa é a maior taxa de juros desde Agosto de 2003, segundo a Anefac. (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade).
  5. Deixar-se levar pelas promoções
    Comprar produtos que estão em promoção pode ser um ótimo negócio, mas apenas se esse gasto já estiver previsto no seu orçamento. “Segundo especialistas, muitas vezes as pessoas acabam comprando produtos em promoção pela ansiedade de aproveitar, independente se será necessário ou não”. Mas essa atitude só é valida se realmente você estiver precisando de uma quantidade maior.
  6. Ter um plano de celular inadequado
    Quando você contrata um plano de celular que dá direito a 400 minutos de ligações e usa apenas 200, por mais barato que ele seja você está jogando dinheiro fora, porque está pagando por mais do que precisa. Ao mesmo tempo, se seu plano dá direito há 400 minutos e você usa 600, vai pagar caro pelos 200 minutos adicionais. Poucas pessoas fazem essa conta, mas adequar o plano ao seu perfil de uso é fundamental para não queimar dinheiro.
  7. Escolher o pacote bancário errado
    Os bancos são obrigados a oferecer alguns serviços básicos gratuitamente para seus clientes. Ainda assim, muita gente contrata pacotes de serviços que nem são usados. Ou a pessoa faz operações, como transferências de uma conta para outra, por exemplo, em quantidades que não estão inclusas, no pacote, precisando pagar mais por isso. É importante, assim, ter atenção na hora de escolher o pacote.
  8. Contratar seguro para cartões
    O valor mensal do seguro contra perda e roubo de cartão (de crédito ou débito) é pequeno. Poderia ser até um gasto interessante, se não fosse inútil. “Segundo especialistas, o consumidor tem o direito de contestar e reaver o dinheiro em caso de fraude envolvendo o cartão, independente de pagar ou não o seguro”. Portanto caso ocorra essa situação, você deve avisar imediatamente a administradora do seu cartão de crédito.
  9. Pagar para consultar lista de “nome sujo”
    Pagar para consultas a SPC e Serasa representa um gasto totalmente inútil. Isso porque o consumidor não precisa pagar para saber como anda sua situação nos cadastros de proteção ao crédito. É direito de ele ter acesso a essa informação gratuitamente.
  10. Estacionamentos
    Hoje os estacionamentos estão cada vez mais caros. No centro de São Paulo, por exemplo, podem chegar até R$ 50,00 dependendo do período utilizado.
    Para evitar grande gastos com estacionamento, optar pelo transporte público, carona, ou se for o caso procure estacionamentos mais afastado do local, podem ser mais baratos.

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